Última atualização 12:55h de 12/09/2011.

           

Planejada para acontecer na sexta-feira (09), a Marcha organizada pela União Discente Pró-edução (UDE) dos acadêmicos da Unipampa conseguiu grande visibilidade na cidade de São Borja ao reunir na Praça XV , diante do busto de Leonel Brizola e do frescor das comemorações do 7 de setembro,uma Mobilização pelas causas estudantis – primeira a conseguir tamanho reconhecimento com o nome da Universidade.

O evento foi programado pelas redes sociais através do perfil organizador da UDE em reivindicação às necessidades estruturais e de ensino que os alunos do Campus São Borja têm enfrentado desde o início da fundação da Unipampa. 

A manifestação durou cerca de duas horas e contou com presença de acadêmicos dos cinco cursos ministrados no Campus - Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Serviço Social e Ciência Política – além do apoio de sindicatos, como o Sindicato dos Municipários da São Borja, o SIMUSB, e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação, o CPERS;  de representantes legislativos, dos Técnicos  Administrativos da Universidade e de alguns professores que também se dispuseram a lutar com os estudantes.                            

                             


Entre gritos de protestos, faixas e nariz de palhaço, nós universitários, conseguimos  chamar a atenção do povo que passava nas ruas e escutava “nas ruas, nas praças, quem disse que sumiu? Aqui está presente o movimento estudantil”.  Durante as falas ao microfone, algumas necessidades básicas foram listadas em protesto à nossa situação atual:
- 10% do Produto Interno Bruto (PIB) investidos na educação;
- Crescimento da infraestrutura e corpo docente proporcional ao número de estudantes;
- Finalização da cantina/restaurante universitária, estabelecendo o valor de R$ 2,00 para a refeição oferecida;
- Aumento em 40% o valor do benefício do PBP, em relação ao atual concedido;
-  Criação da Casa do Estudante;
- Assistência estudantil com atendimento nos três turnos;
           -  Regulamentação no município de meia-entrada para estudantes;
           - Asfaltamento de todo o acesso à Universidade;

Mais tarde, ao rodear a Praça XV em passeata, mostramos as nossas faixas e nossa voz, que apesar de ser pouca em números, fez grande diferença na repercussão esperada para um Movimento Estudantil ainda tão recente. 


Por Aline Sant'Anna
e João Ricardo Ribeiro

0 comentários:

Postar um comentário