Nesta sexta-feira (8), a União Discente Pró-Educação realizou a Marcha Pró-Educação no centro de São Borja, mostrando para toda a comunidade são-borjense os problemas no campus da Unipampa e pedindo apoio da cidade e do poder público municipal. No sábado (9), uma nova manifestação foi realizada em frente à Câmara de Vereadores.
Um manifesto silencioso, com cerca de 50 alunos, acompanhou do lado de fora a colação de grau da universidade. Munidos de faixas os acadêmicos presentes mostravam as dificuldades que enfrentam no dia-a-dia da vida acadêmica no campus. Em respeito aos formandos, os manifestantes se posicionaram somente após o término da solenidade.
No momento em que a reitora pro tempore Maria Beatriz Luce desceu as escadas do plenário o grito “Desta vez, custe o que custe, a Unipampa vai ter que melhorar. Em São Borja ninguém mais acredita nas mentiras que a reitora vem contar” chamou a atenção dela e dos demais. Luce se prontificou a receber uma comissão com representantes dos cinco cursos e que todos assistissem a reunião.


Minutos depois a Câmara abrigou professores, técnicos administrativos e alunos, para que fossem apresentadas as pautas reivindicativas à reitora e vice-reitor, Norberto Hoppen, juntamente com a diretora do campus, Denise Silva e o coordenador administrativo, Alex Retamoso. Os acadêmicos Sandro da Silva, de Ciência Política; Emilene Bairro, de Serviço Social; Fernando Santiago, de Publicidade e Propaganda; Kairo Queiroz, de Relações Públicas; Rafael Junckes, de jornalismo e João Ricardo Ribeiro, também de jornalismo, representaram os cursos da instituição e a União Discente Pró-Educação.
A UDE foi reconhecida pela reitoria, oficializando o movimento na luta pela qualidade na educação, e pôde apresentar todas as reivindicações que dificultam a vida dos acadêmicos da Unipampa São Borja. Considerando que muitas delas são comuns a todos os campi da instituição, como as bolsas PBP e PBDA, além da criação da Casa do Estudante, do maior suporte aos novos alunos, da necessidade de melhoria na infraestrutura atual e maior rapidez nas obras.

Por Rafael Junckes

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